08 de Junho

Cidade Junina: saudades de Gustavo Rosado

Saudades de Gustavo Rosado, seu olhar certeiro, sua competência inquestionável, seu trabalho seriíssimo.
Dos maiores nomes da cultura do Erre-Ene, baluarte dum sem fim de manifestações, Rosado (que fez do Cidade Junina um evento grandioso, que criou o Cidadela (para que os músicos da cidade não passassem, o mês de junho sem trabalho), o Pingo da Mei Dia e que, nos seus braços fez até o Brasil render-se ao evento) não deixaria acontecer, nem com o Cidade Junina, nem sei lá com que, o que acontece, de dias pra cá, com o maior evento do Rio Grande do Norte.
Resultado de imagem para Gustavo Rosado

Cronograma de montagem que não é cumprido, estreias adiadas, camarote caindo, falta de luz.
A bem da verdade, os tempos eram outros; as dificuldades eram “menores”.
Mas ainda assim não rolaria o que acontece, hoje, no Cidade Junina.
Gustavo bateria o pé, manso e cordial como sempre foi.
E faria lindo!

Não vai, aqui, nenhuma crítica à gestão atual, mas é importante que se pense, se reconheça, que se faça questão. É importante que se estude antes, que se debruce sobre eventuais problemas, tome rédeas pelas mãos. Mas, também, importante que se diga que, diante de tantas adversidades, a prefeitura de Mossoró tem feito mágica.
E com tanta boa vontade...

Mas a Estação das Artes, que inacreditavelmente teve parte do muro centenário jogado no chão, deveria estar pronta há dias. Mas como se faria, diante da greve, de um Brasil parado, tanta gente na contra mão?

Não sei.
Mas Gustavo, que é sim homem sério, de alma boa e luz no coração, teria dado um jeito.

 

Voltar